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MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E JARDIM BOTÂNICO DA UFMG

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MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E JARDIM BOTÂNICO DA UFMG Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Inês CEP 31080-010 Belo Horizonte - MG – Brasil Telefone: 31 3409-7600 Email: dir@mhnjb.ufmg.br O Museu Os museus, até bem pouco tempo, eram vistos, em geral, apenas como ambientes fechados guardiões de objetos antigos. Contrariando essa visão, o Museu de História Natural e Jardim Botânico da Universidade Federal de Minas Gerais (MHNJB/UFMG) tem como proposta principal constituir-se um ambiente vivo, impregnado de uma história que, ainda em construção, se modifica a cada dia. Ele é singular por abrigar um espaço museológico aberto à visitação pública localizado no interior de um Jardim Botânico, que, por sua vez, abriga importantes espécies da flora e da fauna brasileiras. Em seus 600 000 m 2 de área verde, o MHNJB - UFMG oferece atividades de pesquisa, de ensino e de extensão, buscando sempre ampliar e estreitar seus laços, de modo especial, com a comunidade de Belo Horizonte e de ...

Menina surpreende médicos ao sobreviver a ataque de água-viva letal Australiana de onze anos teve perna abraçada por tentáculos; veneno de cubozoário

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Uma australiana de dez anos surpreendeu especialistas após sobreviver a um ataque de um cubozoário, um tipo de água-viva que vive no Pacífico e é tida como um dos animais mais venenosos da Terra. Rachel Shardlow foi queimada pela criatura quando nadava com o irmão no rio Calliope, há mais de 23 quilômetros do Oceano Pacífico, em Gladstone, norte da Austrália. Médico mostra como ficou a perna da menina. (Foto: BBC) "Esses animais matam humanos mais rápido do que qualquer outro animal venenoso", disse o pesquisador e zoologista da Universidade de James Cook, em Queenland, Jamie Seymour. "Apenas três minutos são suficientes para ser fatal." Quando os tentáculos da água-viva prenderam sua perna, Rachel sentiu falta de ar e perdeu a visão. O irmão a trouxe para a beira do rio e a criança ficou inconsciente por 30 minutos. Rachel foi colocada em coma induzido, e após seis semanas de tratamento no Hospital de Brisbane, pode retornar para casa. Para o zoologista, foi quase ...

Tratamento por morte de células do câncer deve levar anos, diz cientista da Folha Online

Uma doença que não tem localização exata no corpo ou idade para acontecer --e que constitui a segunda maior causa de mortalidade no Brasil, índice que posiciona o país junto às nações desenvolvidas. O câncer, cuja variedade ultrapassa a casa das centenas, foi o objeto de estudo em uma pesquisa do periódico científico "Nature", anunciada na quarta-feira (17). Segundo os pesquisadores envolvidos, em vez de matar células cancerígenas com drogas tóxicas, existe um caminho molecular que as força a envelhecer e morrer. Para obter resultados efetivos a partir do estudo, entretanto, é preciso cautela. "Essa é uma fase muito preliminar. Existe um período a partir dessa identificação até o desenvolvimento de testes com animais e testes clínicos, para ver se [a pesquisa] é promissora e ter utilidade clínica", afirma Maria Del Pilar Estevez Diz, coordenadora do setor de oncologia clínica do Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo. "Partindo desse princ...